| A família de Aldo Costa cria gado, ovelhas, cabras, galinhas, gansos e peixes, e armazena a forragem em diferentes tipos de silos (trincheira, superfície, buraco). Fazendo uso dos silos trincheira e buraco, eles chegaram a obter um saldo positivo de 21 toneladas de ração, em um ano. No final do ano de 2001, Aldo experimentou e aprovou o silo de superfície, ensinando a técnica para seus vizinhos que ainda tinham forragem para armazenar. O primeiro passo é a escolha e limpeza do local. Em seguida, a área é forrada com uma camada de cinco centímetros de altura composta por talos de capim elefante, de maneira que as pontas dos talos fiquem direcionadas para o centro. As plantas que foram moídas vão sendo colocadas no silo e pisoteadas, sendo assim compactadas. A largura do silo diminui da base para cima, podendo chegar a um metro de altura. O comprimento varia de acordo com a quantidade de forragem a ser armazenada. O silo deve ser coberto com uma lona plástica para evitar que o material fique exposto ao sol e a chuva. Para garantir que a lona fique bem presa, deve-se fazer uma valeta ao redor do silo para enterrar as suas extremidades. Deve-se dar preferência às plantas maduras - possuem menos água - diminuindo assim os riscos de perda da forragem. Esse silo é prático e de baixo custo.
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